
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Moda

Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Freddy nunca tentou descobrir se o seu pai adotivo sobreviveu ao incêndio. Sem nenhuma habilidade ou aptidão, o rapaz rumou por várias cidades fazendo trabalhos sujos e tendo dificuldade com a polícia. Começou a beber pesadamente e passava suas noites num canal. Certa vez, estava dormindo em uma pequena rua perto de uma escola, quando um grupo de meninos decidiu tentar roubá-lo. Freddy despertou de súbito e bateu a cabeça contra a cabeça de um deles e outros fugiram desesperados. Enquanto os meninos fugiam, Freddy observou o menino sangrando próximo a ele e então pensou: "Eles têm medo de mim." O fato causou um certo divertimento no rapaz, como se uma forte sensação de poder tomasse conta de seu corpo. O menino machucado foi carregado por Freddy até um porão, onde o rapaz estudou-o por muito tempo. "Crianças são inúteis!", repetiu a frase dita constantemente pelo seu pai adotivo. "Crianças ficam muito melhores mortas!".
Freddy rasgou a roupa do menino e passou a observar a barriga branca e lisa dele por um momento. Então, recordando a fuga dos outros quatro meninos, Freddy fez quatro incisões fundas na carne do garoto. Era o triunfo! Ele queria sentir aquela sensação sempre! Continuou sendo nômade até chegar à cidade de Springwood. Havia algo nessa cidade que imediatamente o irritou. Todo mundo era organizado. As ruas eram limpas e as árvores bem podadas. O povo era feliz. Então, Freddy decidiu ensinar algo aos moradores daquele local: o verdadeiro significado da palavra dor. Para isso, arranjou emprego numa caldeira. O trabalho era bastante fácil e deixou Freddy com tempo suficiente para se dedicar a sua verdadeira vocação. Passou momentos de satisfação construindo uma luva[1] que continha lâminas afiadas nas pontas. Depois de alguns ajustes, chegou o momento de testá-la.
No dia seguinte, vestiu um suéter vermelho e verde e foi para a porta de uma escola. Ele sentiu seus músculo se enrijecerem de tamanha emoção, quando o sino da escola soou. Por um pequeno momento, Freddy pensou em ter uma vida normal - amigos de escola, professores e jogos inocentes de infância. Pensou que talvez fosse errado interferir no desenvolvimento normal de uma criança, cortando seus membros. Mas quando ele viu as crianças abraçando seus pais, percebeu o que realmente tinha que fazer.
Freddy avistou uma menina solitária, enquanto aguardava a chegada de seus pais. Talvez a mãe dela esteja presa no trânsito ou uma fila longa no supermercado a tenha impedido de chegar no horário. Não importa. Ele viu, refletido pela luz solar, a pequena lancheira da menina e notou que havia uma palavra escrita nela: Amy. "Amy?", ele sussurou, mas a menina não parecia ouvir. "Amy", repetiu um pouco mais alto. A linda menina olhou com seus grandes olho cor de laranja. "Venha aqui", disse ele, acenando com a mão esquerda. Ela procurou sua mãe por toda a extensão da rua e não a viu. "Venha aqui.", ele repetiu. A menina vacilou por um momento e então pisou na rua. "Quem é você?" , perguntou a menina de forma doce. "Tio Freddy", ele respondeu e continuou "Sua mãe pediu que eu viesse te buscar." A menina tremeu o corpo todo e disse: "Eu não tenho um tio chamado Freddy!" "Agora você tem", ele disse e cobriu a boca da menina com a mão esquerda, enquanto a direita rasgou a barriguinha da menina com as lãminas da luva. Freddy sentiu alegria por fazê-la sangrar. Como era fácil e divertido matar! Ele carregou o corpo ensangüentado da menina até seu furgão, sentindo-se vivo como nunca. O corpo da menina foi escondido no interior da caldeira, onde ele trabalhava. A vida agora para Freddy tinha significado.
Freddy iniciou uma jornada de sangue e horror, raptando crianças e fazendo o mesmo que fez com a pequena Amy. Os métodos variavam, mas o resultado era sempre o mesmo. Ele adorava ver os anúncios de crianças desaparecidas no jornal local, mas queria que as pessoas soubessem que as crianças estavam mortas.
As pistas deixadas pelo assassino fizeram com que o tenente Thompsons encontrasse os corpos das crianças já em estado de putrefação. Freddy foi preso e o povo da cidade agora sabia quem era o responsável pela matança. O defensor público que dirigiu o caso estava bem preparado e descobriu que havia um erro na prisão do suposto assassino. As provas não eram suficientes para incriminá-lo e assim Freddy foi libertado. Então, o assassino percebeu que era o momento de se mudar. Há outras cidades e outras crianças no mundo, por que ficar só em Springwood? Freddy jurou que não seria fácil pegá-lo novamente. Porém, nesse mesmo dia, durante a noite, ele ouviu os gritos do povo. Os moradores furiosos, conduzidos pelo tenente Thompson e sua esposa Marge, haviam decidido se vingar do cruel assassino. Os Thompsons e os vizinhos da rua Elm colocaram gasolina no local onde Freddy passava suas noites e colocaram fogo. Nenhuma outra criança seria aterrorizada por Freddy Krueger. O público vibrou ao vê-lo em chamas, jurando vingança. Com um último grito, Freddy correu em direção às chamas e desapareceu. O corpo nunca foi achado.
"Eu acredito que nunca mais ouviremos falar de Freddy Krueger", disse Marge Thompson, respirando aliviadamente enquanto examinava a luva do assassino. Entretanto, Marge estava errada. Freddy iria regressar.....para o pesadelo recomeçar.
Vila velha ES 100% Aribiri
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Freddy Krueger
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Documentário mostra gêmeo criado como menina após perder pênis

Bruce Reimer teve órgão queimado em circuncisão, passou infância como Brenda e retornou ao seu gênero na adolescência.
Da BBC
O drama de um menino canadense criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 1960 é o tema de um programa transmitido nesta semana pelo Serviço Mundial da BBC.
Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar.
Sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados. Na manhã seguinte, eles receberam uma ligação telefônica devastadora - Bruce tinha sido envolvido em um acidente.
Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce.
A operação de Brian foi cancelada, e o casal levou os gêmeos de volta para casa.
Psicólogo
Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer, até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.
John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.
'Estávamos assistindo a TV', lembra Janet. 'O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.'
Janet escreveu para Money, e, poucas semanas depois, ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.
Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele - um gêmeo idêntico.
Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.
Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.
Segredo
Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.
A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o 'caso John/Joan'. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.
'A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja', registrou Money em uma das primeiras consultas.
Mas, em contraste, ele também observou: 'A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas'.
Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.
'Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente', afirmou.
'O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros.'
Suicida
No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas.
'Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina', lembrou Janet. 'Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária.'
Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.
Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.
Mas, o que David não sabia era que seu caso tinha sido imortalizado como 'John/Joan', em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o 'sucesso' da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.
'Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis', disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.
'Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele.'
Depressão
Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da esposa.
Na primavera de 2002, seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.
Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.
'Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei', conta Janet.
Casos como o 'John/Joan', quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.
'Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais', explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.
'Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão', acrescentou.
Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.
'Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)', disse.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Química

Flávio Roberto Sobral Degado
domingo, 21 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Age como SE fôssemos todos um. Começa a agir dessa forma amanhã.
Vê toda a gente como TU, apenas a passar um mau bocado.
Vê toda a gente como TU, a querer apenas uma oportunidade.
Vê toda a gente como TU, apenas a ter uma experiência diferente.
Experimenta. Amanhã vai e experimenta.
Vê toda a gente com novos olhos. Depois, começa a agir como "se houvesse o suficiente".
Se tivesses dinheiro "suficiente",
amor "suficiente",
tempo "suficiente",
o que farias de maneira diferente?
Partilharias mais aberta, livre e equitativamente?
Flávio Roberto Sobral Delgado
sábado, 13 de novembro de 2010
©

Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 31 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Marina: o sonho de vê-la na presidência

Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Transição
Interpretação do videoclipe, Rabbit in your headlight by UNKLE por Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 12 de setembro de 2010
Tapando o Sol com a peneira
Não tema por si e nem pelo que virá
Mas tema pela consciência daquilo que está fazendo, mesmo sabendo que está errado
O errado, e aparentemente interminável, não é o tempo, em que esta sendo notório, em tempos de dificuldades
E sim aplicar em seu tempo os fatos de outrora continuamente, já identificados como não condizentes com sua personalidade, e constituindo assim, na sua própria psique, a violação e conseqüentemente degradação do seu próprio ser
Seja conscientemente, decisivo no controle do seu ser
Tenha o controle de si mesmo
E se assim não for
Terminará por ser desapropriado
Perdendo o controle do seu ser
Pois é isso que acontece quando você vai de contra as suas próprias definições de ética, sabedoria e benevolência
Espiritualmente, mentalmente e físicamente.
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Vitória

Aprovo, reprovo,suporto
Suporto ser aprovado quando inativo ao reprovado
Quando não inativo ao reprovado
Não me faço de rogado
Pois luto com a credibilidade e confiança da qual resgatei em meu eu
Independente da aprovação ou reprovação de quaisquer que sejam as eventualidades e pessoas. A favor ou contra os fatos
Seja por uma deficiência auditiva,
Tetraplégica ou visual
Luto por um direito constitucional de ir e vir
Sem ter que me redimir por quem sou
Sem me alto invalidar,limitar
Para minha pessoa isso basta
Pois se assim eu agisse, quem haveria de conseguir me ajudar
Se assim eu não o quisesse!?
Mesmo que a nada eu competisse
A nado permaneceria a competir, comigo mesmo
Como pessoa, cidadão, pai, marido e filho
Pela busca da superação contínua na humanização do meu ser.
Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Concretização da democracia

Comunicativo, ativo sou
Sou um ativista
Sem sensacionalismos
Ativista na comunicativa social
Para um sucessivo socialismo na prática diária, contínua
Sociologicamente na emancipação do pensar
Para um racional amadurecimento e, conseqüentemente, obter uma lógica condizente, aplicável aos direitos de todos ao serem efetivados
Implantando igualdade na sociedade para todos, de uma forma mais ativa , incisiva
Com fins analíticos e não alienados, paliativos ao demasiado suicídio em escala trêmula da psique social
Para que não mais haja anistia
Mas sim igualdade socialista
Vamos tirar a democracia do papel e solidificá-la
Com pilares cada vez mais realistas, concretos, preto no branco
Inspirados nos grandes idealistas da nossa história.
Flávio Roberto Sobral Delgado
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ciclo contínuo da primavera

Vera não vê a hora de se encontrar em déjà vu em períodos de primavera
Primavera sempre rejuvenesce os seus reflexivos semblantes ao deleitar-se numa aquarela cheia de vida igual a ela
Ela mais vida é igual a uma aquarela
Já dizia ela: uma vida sem primavera é igual uma tela sem aquarela.
Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 29 de agosto de 2010
Cárcere privado
Caio calado com a boca perto do ralo
Ralo calado sem ruído de rato
Ralo o ombro sem identificar
Aonde as cravas incrustavam-se para um pretérito ombro ralado
Ombro ralado
Aonde ralei meu ombro que tanto incomoda?
Incômodo fiquei, quando calado permaneci, quando a dor que senti está aonde eu nuca me vi, chegar nem partir
Obsoleto me senti
Como um objeto me senti
De olhos vendados permaneci
Privado a luz, ao ar e a tudo que ninguém poderia me dar
Mas só eu mesmo
Vida, a minha vida
Da qual fui encarcerado, privado.
Flávio Roberto Sobral Delgado
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Manicômio

O sábio sopro do cantarolar
Cantarolo aqui e lá
Da mesma forma que faço em todo amanhecer que passo no meu lar
Não posso voar, mais imaginar ao cantarolar
Sem ceroulas e carolas meu passarinho fica solto no nebuloso gozo do tempo sem paredes, grades e sofrimentos
Pois sou um louco a solta numa floresta de pedras asfixiantes.
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Obscenidade da reflexão Social
Tenho o senso de um obsceno No censo sou estatística Na estatística sou decrescente Sou o mínimo no máximo do múltiplo comum social E aceno para ti o assento No centro do meu censurado epicentro Suburbano, fissurado epicentro, censurado, calado!! Largado na trincheira, maltrapilho e fétido Acenei para que sentasse ao meu lado Agora imagine que tipo de obsceno eu seria Seria eu ou vós a obscena? É você que me vê e fingi não ver Para não encarar a realidade de uma suposta democracia Agora bata no peito duas vezes e grite: viva a democracia!
Flávio Roberto Sobral Delgado
Emancipação
sábado, 21 de agosto de 2010
Jambi
Aqui de uma vista para as montanhas dos reis,
Aqui de onde um sonho selvagem se tornou real,
Festejando como um sultão, eu faço, em
Tesouros da carne, nunca poucos,
Mas eu teria desejado isso tudo se
Eu pensasse que ia perder você por apenas um dia.
O diabo e os seus tiveram-me.
Em amor com o lado negro que eu encontrei.
Umedecendo todo caminho abaixo.
Suba para meu pescoço, logo para afogar.
Mas você mudou isso tudo para mim.
Me levantou. Virou-me todo.
Mas eu teria desejado isso tudo...
Rezava como um mártir noite e dia.
Implorei como uma prostituta a noite toda.
Tentei o diabo com minha canção,
E consegui o que queria o tempo todo.
Mas eu teria desejado tudo isso...
Não há prêmio que eu poderia dominar ou
justificar doando meu centro assim,
Se eu não pudesse ter desejado isso tudo
Eu pensei que o amanhã te levaria embora.
Você, minha parte da mente
Meu tudo, meu centro, apenas tentando aguentar mais um dia.
Condene meus olhos se eles devessem comprometer o fulcro
(Se) quer e precisa me dividir como ou deveria ter partido
Brilhe para sempre, brilhe, sol benevolente
Brilhe sobre os quebrados, brilhe até o dois se tornar um.
Brilhe para sempre, brilhe, sol benevolente
Brilhe sobre os cortados, brilhe até o dois se tornar um.
Dividido, eu murcharei, Dividido eu murcharei.
Brilhe sobre os muitos, ilumine nosso caminho, sol benevolente
Respire em união, respire em união. respire em união.
Respire em união assim como um sobrevive a outro dia e estação.
Silencio, legião. guarde seu veneno, silêncio, legião.
Fique fora do meu caminho.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Capacité!!
Porque não as capacita?
Flávio Roberto Sobral Delgado
Taka-tá / vídeo de Tom- Zé
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Tic tac
O melhor amigo do ser humano é o tempo. Pois para tudo há seu tempo. A paciência é a virtude primordial, e que deve estar em comum com todas as outras.
Flávio Roberto Sobral Delgado
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Seja Reflexível
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Flávio Roberto Sobral Delgado
sábado, 7 de agosto de 2010
Firestarte The Prodigy
Incendiário
(Ei, ei, ei)
Eu sou iniciador de problemas
Vagabundo instigante
Eu sou o medo viciado
Um perigo ilustrado
(Ei, ei, ei)
Eu sou um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
Você é um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
Eu sou um incendiário
Maluco incendiário
Eu sou a vadia que você odiou
Sujo apaixonado
É, eu sou a dor que você provou
Sinta-se intoxicado
(Ei, ei, ei)
Eu sou um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
Você é um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
(Ei, ei, ei)
Eu me imponho
Meu detonador
É, eu sou o infectado
Maluco animador
(Ei, ei, ei)
Eu sou um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
Você é um incendiário
Maluco incendiário
(Ei, ei, ei)
Eu sou um incendiário
Maluco incendiário
Iniciador, iniciador...
(Ei, ei, ei)
(Ei, ei, ei)
(Ei, ei, ei)
(Ei, ei, ei)
(Ei, ei, ei)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Carta para um amigo

Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 27 de julho de 2010

Flávio Roberto Sobral Delgado
Sepultura-Territory (Tradução)
Um homem desconhecido
Fala para mundo
Sugando sua confiança
Uma armadilha em cada mundo
Guerra por território
Guerra por território
Controle de escolha
Atrás da propaganda
Informação pobre
Para administrar sua raiva
Guerra por território
Guerra por território
O discurso dos ditadores
Esmagando sua vida
Regra para matar o desejo
O discurso do imbecil mudo
Anos de luta
Ensinando meu filho
A crer naquele homem
Ser humano racista
Território racista viverá
Vergonha e pesar
Do orgulho
Que você ja possuiu
Guerra por território
Guerra por território
domingo, 18 de julho de 2010
inclinados à pureza, mas podem tornar-se vidrados pelo pecado, continuamente na observação da perversidade que espreita em seu interior

Se está na observação, então o perigo não se torna eminente. Mas. caso o mesmo ou a mesma não observasse cientemente a perversidade deles mesmos, e da qual todos nós temos dentro de si, e que a mesma nos ensina em muito a respeito do discernir entre o que é benéfico ou não...
Sim e faltou mais um: o auto condicionamento por algum interesse impensado, inconseqüente.
Flávio Roberto Sobral Delgado
sábado, 17 de julho de 2010
Milk It (tradução) Nirvana Misture Isso
Sou meu próprio parasita
Não preciso de nada em que viver
Nos alimentamos um do outro
Podemos dividir nossas endorfinas
Filé de boneca, carne de teste
Veja!
O lado brilhante é o suicídio
Perdi minha vista, estou do seu lado
Asa esquerda de anjo, asa direita, asa quebrada
Falta de ferro e/ou de sono
Tenho meu próprio vírus de estimação
Eu chego a acariciá-lo e dei um nome a ele
Seu leite é minha merda
Minha merda é seu leite
Carne de teste, filé de boneca
Veja o lado bonito é o suicídio
Perdi minha vista, estou do seu lado
Asa esquerda de anjo, asa direita, asa quebrada
Falta de ferro e/ou de sono
Protetor de canil
ectoplasma
Ecto esqueleto
Aniversário de obituário
Seu cheiro ainda está aqui em meu lugar de recuperação
Atualize-se, seu retrógado

Competir é fundamentalmente importante para o auto amadurecimento. Mas nunca, nunca mesmo confunda amadurecimento com ejaculação precoce, ou pelos pubianos ou algo do gênero. Pois caso confunda, você corre o sério risco de chegar aos 70 anos e ter uma morte cerebral ao ser questionado por um menino de 7 anos a respeito do que é competir.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O dobro de um babaca é o senhor Babaca Com Dobradinha
terça-feira, 13 de julho de 2010
O mundo imaginário do doutor Parnassus
Não permita que as sombras te cubram ao pensar. Não permita que as sombras lhe encubram. Não encubra suas atitudes com as sombras. Não encubra as sombras que lhe atormentam. Não atormente com as suas sombras os supersticiosos moribundos. A mentalização em prol de uma solução esclarecerá e clarificará a visualização de uma fechadura, que só há uma única chave e que apenas você tem. A imaginação em auto reflexo conduzida cientemente pela sua vontade do ver, saber e não mais temer, ao se auto conhecer. Não mais apostando e brincando inconseqüentemente com sua própria vida e conseqüentemente não mais com a vida alheia.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Interpretação do filme:
A moral do filme é mostrar que o doutor Parnassus, assim como tantas pessoas, e ás vezes até psicólogos, consegue captar a psiquê, informações, sobre o mundo em particular, de quaisquer que sejam as pessoas e dar soluções cabíveis, e outras até equivocadas. Enquanto o próprio Parnassus não conseguem associar ou enxergar com clareza os seus próprios conflitos psicológicos e conseqüentemente solucioná-los. E então o doutor Parnassus mostra a cada uma delas os prós e os contras das suas próprias fantasias ao entrarem no espelho; ferramenta que supostamente equalizaria as pessoas em si mesmas. O espelho é apenas uma convicção ferrenha que cada pessoa adquiriu antes de adentrar no suposto espelho mágico, pois as pessoas chegam a este estado da mente através do poder da sugestão ou por hipnose. Na finalidade de mostrar sucessivamente o mundo de cada pessoa em si mesma, com as suas diferenças, peculiaridades e às vezes o que há em comum de um com outro. No propósito de que cada uma delas reflita e enxergue algo que os transformem em pessoas melhores. Pois este é o grande poder do doutor, que foi posto a prova quando o próprio foi atentado por Lúcifer ao fazer uma aposta! Aposta, essa era a fraqueza de Parnassus, ele era um apostador incorrigível e com isso fez o seguinte acordo: Parnassus teria X almas nas mãos para fazer com que elas superassem as suas próprias limitações. Caso ele não conseguisse, Lúcifer as mandaria para o inferno. E isso acontecendo acarretaria que Paranassus, pagasse a dívida com a perda dos seus poderes e o mais grave o amor da sua filha. Pois Lúcifer apagou da memória da filha de Parnassus a sua existência, os separando definitivamente um do outro.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Virtudes autônomas

Flávio Roberto Sobral Delgado
Metamorfose de Narciso

Flávio Roberto Sobral Delgado
Reflexão

Mas porque não usar outras denominações ou razões para essa repentina sonoridade de um bater copioso de pedras? Talvez, transe, alfa, para atingir o nirvana ou simplesmente para invocar os elementos que passaram pela pedra ao longo dos anos aos quais ali ela resistiu. Ou o elemento chave que lhe compete ser extraído quando entram em atrito exteriorizando assim as chamas da sabedoria que o levará rente a descoberta das suas angustiantes indagações mostrando se assim as respostas que devam ser identificadas, em uma sábia visão dos acontecimentos atuais na sua vida. Nunca duvide dos meios para se obter uma boa reflexão e transformação sejam elas espirituais, mentais ou físicas. A diferença de nós nos sentirmos vivos ou não pode estar numa simples resposta e na forma que é interpretada.
E a outra forma é dando ênfase a um sentimento já existente, para a revigoração do mesmo e em toda sua totalidade, como por exemplo, o amor compartilhado do seu eu com sua mãe, esposa e filhos.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Sociedade vamos civilizar!

Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 29 de junho de 2010
Propagação do lirismo

Provoque em você mesmo uma ação de felicidade igualitária faça a sua parte, no aperfeiçoamento da sua vida visualizando sempre a reciprocidade. Leia o livro que lhe foi indicado, mas que caso não lhe agrade, não persista em Ler, plante uma árvore se assim desejar e escreva um livro se assim lhe competir. Pois todas palavras e seus significados tem poder de um registro contraditório na formação de uma frase, e tudo isso em apenas um livro a (bíblia).
A religião - em que século, os religiosos irão se conscientizar que o mais importante não é quantos fiéis cada uma possui, mas sim o que há em comum em todas elas e conseqüentemente, que a ciência e a evolução da mesma são atribuídas pela evolução da espécie humana e da contribuição de outros seres, em estudos cada vez mais amplos e esclarecedores. Nunca esquecendo que as respostas primárias e sumariamente indispensáveis para nossa estadia nessa vida residem no estar do lírico analítico para luz da compreensão, e sua propagação pela mente dos iluminados e intuitivos do seu eu psíquico conquistada pela auto observância do seu próprio ser .
Flávio Roberto Sobral Delgado
Minha culpa somente minha

Se fizeste o mal para alguém e depois de feito o arrependimento te consome, é a prova mais que suficiente de que serás perdoado. Mas só quando aprenderes a si auto perdoar, e para teu próprio bem, alimente-se nessas horas com reflexões construtivas e não as destrutivas, pois de todas as vítimas o vitimista sempre será o primeiro a receber as resposta e último a saber que as tem . E é justamente por esse motivo que os vitimistas continuamente tem a sensação de que as vitimas se renovam em seu estado de espírito com mais freqüência, entre um tombo e outro, com uma nítida fluência. E da qual eles se” vêem” incapazes de atingir.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Excentricidade do surrealismo
Alma na vertical, espírito na horizontal... De tal forma essa suposta descronissidade se aplica na minha cronológica psiquê da visualização do horizonte. Mas que de fato procede harmoniosamente coerente, ao eu olhar para meu eu. Esta visualização do horizonte é a exteriorização da personificação de que me observo de fato (é uma confirmação da qual eu há tanto tempo procurava de que eu realmente me propus a fazer auto-análise diariamente ). Não me limitando ao supérfluo da exterioridade de nada e nem de ninguém, mais confirmando que quando me olho busco, afundo nos recônditos da minha alma, a razão pelas minhas buscas e de que forma elas se originam, além do óbvio. Para que na minha auto observância e sucessiva ampliação de todos os meus sentidos se conectem numa propagativa circunferência de ação e reação impar, para uma personificação genuína e surreal de estar mais próximo de si. Que é simbolizado pelo horizonte e não apenas visualmente, e sim mais aprofundado no meu próprio além de ver e sentir. Mais que mesmo em si e com a mesma proposta, se eu for melancólico nesta hora minha alma irá pendulasse, e pousará freneticamente na horizontal e meu espírito ficará na vertical ... E havendo esta inversão, a única sensação será a impossibilidade da lembrança de tudo que eu vivi, vi e ouvi antes de subir na montanha a qual eu mesmo construí. E como conseqüência, meus momentos de sanidade ficarão cada vez mais escassos e tornando o ambiente cada vez mais propicio ao asfixiamento da razão e dando espaço para uma infrutífera árvore de reflexão, e que quando me dei “conta” mesmo preso por uma corda o meu horizonte só era de discórdia. Entre a realidade e o teatro de sombras um insano grito ecoava sonorizando Jerônimo. Meu coração petrifica momentaneamente, mais ao sentir essa sensação milimetricamente falando, rapidamente tenho lapsos para mais volátil e precisa busca para realidade que se desfazia rumo ao total esquecimento. Pois já viste alguém em pânico lembrar da sua própria proeza ao encontrar uma agulha no palheiro, ou de sair de um pesadelo quando o mesmo era real... Não se dando conta de que a corda não o aprisionava mais o libertava com um fio da espessura de um barbante esperançoso para um lapso de sanidade dá quele que mantia-si suspenso na mesma . Esse filamento de corda jamais romperia a não ser que o pendulado a cortasse. Não deixe que o desespero lhe consuma, mantenha-se energizado e seu estado de espírito lhe conduzirá a reflexão, como na visualização do seu horizonte, se tornando cada vez mais condizente com suas atitudes para com você mesmo e o próximo e nas suas buscas nessa longa estrada. Pois nunca troque o horizonte pela tenebrosa visão perpendicular de um abismo que seja desprovida de razão.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Clube da luta

Oi eu sou o Jack!
Mas, por eu saber o meu nome, não há necessariamente uma resposta coerente para minha sucessiva auto definição. E você quem é? A única resposta válida nesse momento é que um dia eu fui um Jack, e a extensão disso, é uma contínua atividade formada por uma combinação frenética de ação e reação que nunca acaba. E que se eu tenho consciência disso, você também terá um dia. Essa é a eterna luta beneficial ao recusar-se a ser prosternado como uma pessoa com um chip no cérebro. Aprenda o que é avaliar, e depois veras que a auto crítica sincera vai ser a sua melhor companhia, pois irá manter -lhe acordado em quanto avalia as suas inúmeras concepções a respeito da razão e dos sentimentos. E conseqüentemente, presenciarás que num único núcleo, a razão e os sentimentos se auto complementam numa simbiose perfeita em que estão sempre juntas numa conectividade aonde lá você irá se encontrar. Esse será o seu maior presente, nessa longa caminhada. O auto reconhecimento ao reconhecer o seu amor próprio. O amor pela vida em toda sua abrangência e com os amores da sua vida, como esposa, filhos, mãe e companhia.
Flávio Roberto Sobral Delgado
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Narciso

Sou ágio, suculento e suíço Mágico, forte e roliço Sou Narciso de Canta Galo
de galo na canja eu não necessito
Não preciso de canja de galo, pois não dou canja para galo
E se ousarem me desmentir, chamo a galera do galinheiro 174
Já sou galante
Eu gozo, gozam para mim e me fazem gozar
Gozar de rir, sou uma obra de arte, até num esboço sinuoso autêntico mais incompatível em qualquer bolso, bolsa e caderninho
Canto e nunca falho
Até com bafo de alho eu ainda me agrado e dou um agrado com um bom hálito para uma platéia incomparável a nível de entusiasmo
Os reflexos dos meus fãs nas latrinas com aparência bem apanhada são provindas de resquícios da minha presença que cristalizou a falta que faz a minha presença nas suas vidas falhas e desprovidas de beleza , glamour e vitalidade. As anatômicas adquiriram a tonicidade e as formas perfeita graças aos meus tornozelos, regências de andares inexpressíveis e imensuravelmente indagáveis. Pois sou Narciso de Canta Galo, aquele que vocês jamais verão cantar em cima de qualquer galho, mas sempre nos maiores palcos, com ampla ampliação dos seus olhos para que eu me veja, no auge da seção de gala. Faz parte do meu show, eu sou o meu amor.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Ao reconhecer-te

Quem julga o próximo erroneamente e de forma descarada são aqueles que observam, justo neste momento, a sua própria máscara sobreposta em sua face, desfalecendo e se espatifando no chão. Revelando que, quanto mais contraditório for uma pessoa, menos ela tentará transparecer. Mas, por toda via, não há necessariamente uma falta de conduta por traz de todas as contradições. Se queres uma história para avaliar se é verdadeira ou não, comece pelas tuas. E se queres julgar, seja boa o suficiente para citar como exemplo de seus erros e o que aprendes-te com eles. Mostre para seus progenitores que erro é o antecessor do aprendizado. E não ao contrário, como nós gostaríamos que fosse.
Os primeiros erros, em suas diversificadas situações durante sua vida, têm por toda instância como paradoxo o caminho longo e continuo do aprendizado e da constituição da sua própria personalidade. Mas se o erro for premeditado, o descontentamento será seu maior companheiro para o caminho da auto superação. Porém, há um longo caminho que todos nós percorremos até descobrir que nossos maiores adversários somos nós mesmos. E sendo assim, que se você tem algo a provar a respeito das tuas capacidades como pai, filho, marido ou amigo é a ti mesmo a que tens para aprovar ou não as suas condutas. O que há para exteriorizar e interiorizar consigo em suas convivências é a conectividade da complementação dos encaixes desse grande quebra -cabeça que é a vida e o respeito mútuo aos amores da sua vida e a todas as espécies de vida .
Flávio Roberto Sobral Delgado
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Hipócritas

Os senhores da verdade, na maioria das vezes, não sabem qual é a sua própria verdade. E é justamente por não saberem, que julgam erroneamente e inescrupulosamente, de forma taxativa e denominativa, mas” correta politicamente” e hipocritamente falando de pessoas mais pobres,que por descaso, compõem a maior parte da nossa sociedade.
Que dormem com um olho fechado e o outro aberto com o receio asfixiante do descaso das autoridades que deveriam ser responsáveis por cuidar destas pessoas . Mas que na verdade, se são responsáveis por algo, nessa vida, é por não fazerem o que falam, pois é só andar pelas ruas e verás garotos e garotas maltrapilhas, drogados e prostituídos . Este é o verdadeiro raio X da identidade dos nossos putrídos governantes. Se há alguém mais pobre de espírito que nossos governantes estes serão fabricados pelos mesmos . Já auto pré fabricados pelos escrotos de castanhola e expostos por bocas de lobos a céu aberto por causa dos desmandos e de obras superfaturadas pelos mesmos. A matriarca por sua vez durante o período de encubação diz:
- Quando vocês crescerem haverão de proporcionar muito orgulho ao seu pai!
O hipócrita complementa.
- Não só a mim, mas a sua mãe também, meus amados e queridos pródigos.
A matriarca replica.
- Você falou pródigo? Ahahahah!!!!!
- Meu querido ladrão de paletó, sou seu poço e esboço, mas não entregarei a saúde mental e moral de nossos filhos como troco pela minha omissão e submissão, a qual me dediquei e me submeti ao teu lado. Eu senti em minha auto reflexão que devo lhe suplicar para que permita que nossos frutos escolham entre uma face ou duas . Em troca de uma futura fidelidade conjugal em suas vidas e uma infidelidade nacional assim como a nossa, ou seja, uma garantia certa e tranqüila para nossa velhice. E sendo assim, todos já bem criados e bem encaminhados e depois de tantos anos de dedicação e de trabalho árduo ao qual lutamos para o desenvolvimento da nossa sociedade, possamos mudar para os emirados árabes.
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Vida

Na meia noite de antes de ontem, senti que o amanhã era apenas uma idéia que não se concretizaria. No suposto dia que não se concretizaria quando o pêndulo do relógio bate copiosamente doze vezes, percebo que estou preso numa ampulheta . Presumindo-se assim que criei, não um mundo de fantasias, mas de expectativas, fazendo com que até bem pouco tempo atrás eu não vivesse um dia após o outro. Mas sim, dia sim e dia não. Observação na prática consciente. A prova disso é quando eu pensava que estava na noite de segunda feira, na verdade eu já estava na primeira hora do dia seguinte. Exemplo: na segunda eu andava de um lado para o outro, pulava a terça-feira e ia direto para quarta-feira e assim sucessivamente. Por isso, a minha primeira sensação consciente do querer pensar do porque eu estava adentro não foi muito confortável, pois senti que o tempo escapava por entre meus dedos totalmente extático e inseguro, principalmente, pelas cobranças externas e mal formuladas. E em seguida a calmaria que se arrastou por um bom tempo. E creio que intencionalmente, para que num futuro próximo, num “start” superficial eu fosse a sua procura por livre e espontânea vontade da curiosidade do saber analisar e compreender para aprender a conviver com as diferenças e as várias formas do saber. Saber porquê temer, chorar, gritar, brigar e invejar , entre outras coisas . E com tudo isso conquistei a minha permanência nessa ampulheta que fazia com que na maior parte do dia, para todo canto que eu olhasse, tocasse, ouvisse, cheirasse ou falasse, parecia que estava olhando para dentro de mim e vendo em detalhes as codificações dos sentidos chegando ao cérebro e retornando já descodificadas e ampliando significativamente meu raciocínio. Fazendo assim com que eu começasse a escrever poemas e textos que constituem toda a sistemática psíquica do ser humano. Mas só hoje nessa terça-feira dia ,27 de abril de 2010 foi que vim ter consciência plena do porque adquiri essa vontade de escrever . E se isso for eu estar no mundo da lua para as pessoas que eu conheço, é lá que gostaria de permanecer por mais tempo, pois tudo que escrevo, leio e releio, várias vezes, para verificar e ter a certeza de que não há nem um fio solto. Quando retransmitido para mim mesmo ou para outra pessoa aja segurança mais que suficiente para minha auto-analise e, conseqüentemente, para uma ajuda satisfatória ao próximo. Tudo que escrevo eu faço o possível para por em prática no meu dia a dia comigo mesmo e com as outras pessoas. E estou sempre há me auto vigiar para não ser um hipócrita.
A ampulheta na qual estou me beneficia e me vicio ao mesmo tempo. E aí quando o vício fica mais visível ( não primeiramente por meus olhos), mais por aqueles que convivem comigo.
- Eles dizem!!
-Flávio, isso não vai te dar trabalho e dinheiro. Ao ouvir isso eu me sinto limitado.
( É ou não é irônico? ) Pois é ai que eu vejo o quanto eu amaria viver no mundo em que o dinheiro não fosse importante para a sobrevivência humana, pois só assim todos teriam uma ocupação e cada um exercendo as suas profissões de forma digna e definitivamente alimentados por uma sede de igualdade sem igual. Desta forma eu permaneceria mais tempo na lua e não me sentiria limitado ao pedirem que eu parasse de viajar para ganhar algo tão importante, mais ao mesmo tempo, quase que indigesto para uma boa convivência entre sociedades.
O dinheiro é na maioria das vezes o precursor de muita discórdia, e em morte moral e de falência espiritual. A sociedade aparentará mais evoluída significativamente quando as pessoas se conscientizarem que a propagação da violência e do suposto poder do dinheiro, não seja maior do que as atitudes que são consideradas como virtudes e benéficas, não só para si, mas para o todo. Ser rico financeiramente falando não é ruim; Ruim é o mal uso que a maioria dos ricos faz daquilo que lhe provêm e poderia prover de um usofruto dos menos favorecidos e roubados por aqueles, que por uma suposta lei, deveriam honrar pela dignidade na vivência pessoal e interpessoal de todos, sem preferências e restrições.
Flávio Roberto Sobral Delgado