
Mas se eu lamentar por um arrependimento,
Que não seja pelo ato ou por proferir e em conseqüência ferir intencionalmente.
Longe de mim desejar o mal
Ou por algo que eu deveria fazer e não fiz
Mas se assim for, que seja por uma apimentada a mais de um adjetivo ou ato inconcluso inconscientemente que eu não me atentei no momento
Se eu inconscientemente expressar o inexpressível que seja registrado de alguma forma para que eu possa expressar por mais vezes.
Agora, seu eu indagar o injusto, o indagável, quero ter sempre os pés no chão
Com visão de gavião, a memória de elefante e língua de V de Vingança
Transparência na minha aparência, intríseca, expandido-se de dentro para fora
E equalizando-se em atitudes com reconhecimento autônomo para que assim as incrédulas mentes não repudiem o fato de ainda existir boas pessoas nesta vida, tapando a própria visão por desilusões passadas. Para que não continuem a cavar suas próprias covas.
Flávio Roberto Sobral Delgado
EXCELENTE, sem mais. Vou ler novamente! Abraço
ResponderExcluir"Para que não continuem a cavar suas próprias covas"... Perfeito! =)
ResponderExcluirAdorei o texto!!! Ótimo ano para ti, espero por mais escritos, sempre!
Beijo!
www.lady-spectrum.blogspot.com
Flávio, forte o texto assim como a imagem de seu blog.
ResponderExcluirAbraço Cynthia.