Não se aprisione. Olhe para o caos, mas não deixe que ele envolva você!! A loucura é uma aliada da autenticidade, veja por esta ótica, e novas perspectivas se formarão. Liberte-se e te encontrarás!! E consequentemente com o tempo tal liberdade n irá mais doer, só enriquecer seu momento, com a verdade, que estas vivenciando aquele momento por inteira: alma, mente e corpo.
Flávio Roberto Sobral Delgado
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Nação Zumbi
Cascos, cascos, cascos
Multicoloridos, cérebros, multicoloridos
Sintonizam, emitem, longe
Cascos, cascos, cascos
Multicoloridos, homens, multicoloridos
Andam, sentem, amam
Acima, embaixo do Mundo
Cascos, caos, cascos, caos
Imprevisibilidade de comportamento
O leito não-linear segue
Pra dentro do universo
Música quântica ?
domingo, 13 de janeiro de 2013
(Deixar que os fatos sejam fatos naturalmente, sem que sejam forjados para
acontecer.Deixar que os olhos vejam pequenos detalhes lentamente.
Deixar que as coisas que lhe circundam estejam sempre inertes, como móveis inofensivos, pra lhe servir quando for preciso, e nunca lhe causar danos morais, físicos ou psicológicos).
Chico Science
sábado, 12 de janeiro de 2013
Sorria
A felicidade está dentro de cada um de nós. Apenas a evidenciamos.Um bom exemplo disso é a paixão! Quando estamos apaixonados, como reagimos?? Tipo um bobo alegre? Não, não somos bobos, mas estamos alegres, felizes!!
E quando estamos assim só queremos esbanjar reações complementares com aquele momento, vivenciá-lo. Ficamos tão compenetrados que não vemos o tempo passar, talvez ai esteja a razão do por que sempre falarmos que quando há algo de bom num instante passa.
O contrário de quando estamos com problemas ou tristes, não gostaríamos de estar ali... Parece até que as horas não passam, né?? Mas, é nesses momentos que aprendemos a lidar com nós mesmos, de como e quando sentimos o que sentimos, olhar para as atribulações do dia a dia e perceber que a culpa não é apenas de um individuo, apenas da outra pessoa ou só sua, mas de todos os envolvidos. Na maioria dos casos quando a culpa é só sua geralmente foi por falta de iniciativa, orgulho ou algo que tenha passado por despercebido e da mesma forma com a outra pessoa. Fora essas três, só se você for: psicopata, sociopata ou mau caráter mesmo. Aí sim, terás muitos problemas e causarás muitos também!
Tendo esta base é possível começar a rever seus conceitos e, em consequência, suas atitudes. Sempre iremos cometer erros, essa é a grande barganha da vida: erre para acertar, aprender. É num desses momentos de tristeza que nos possibilita enxergar com mais clareza a passionalidade e a racionalidade, ambas evidenciam-se constituídas numa base neutra para que você assuma seu posto de comandante e evidencie a si mesmo o que é espontaneidade em sua significância mais genuína. Construindo assim o caminho para autenticidade. E ao invés de choros e lamentações, reflexão, ação e reação. Modulando assim seu amadurecimento totalmente passional rente a ser um pouco mais racional, equilíbrio.
Sinta-se feliz por não entrar mais em desespero quando confrontar-se com sua realidade e a da diversidade. Preocupações sempre teremos, mas abra mão do desespero para obter a razão! Pois não tem aquele que consiga chegar à solução se apenas ver o bloqueio. Abra sua mente com a chave mestra: o auto reconhecimento coerente consigo e consequentemente com os demais. Sorria, se quiser!! Não há nada melhor que um sorriso espontâneo. Para ser feliz a prioridade não é sorrir, mas para sorrir é preciso estar feliz, pois por medo e desespero não vale!!
O sorriso só é contagiante quando é recíproco
Flávio Roberto Sobral Delgado
E quando estamos assim só queremos esbanjar reações complementares com aquele momento, vivenciá-lo. Ficamos tão compenetrados que não vemos o tempo passar, talvez ai esteja a razão do por que sempre falarmos que quando há algo de bom num instante passa.
O contrário de quando estamos com problemas ou tristes, não gostaríamos de estar ali... Parece até que as horas não passam, né?? Mas, é nesses momentos que aprendemos a lidar com nós mesmos, de como e quando sentimos o que sentimos, olhar para as atribulações do dia a dia e perceber que a culpa não é apenas de um individuo, apenas da outra pessoa ou só sua, mas de todos os envolvidos. Na maioria dos casos quando a culpa é só sua geralmente foi por falta de iniciativa, orgulho ou algo que tenha passado por despercebido e da mesma forma com a outra pessoa. Fora essas três, só se você for: psicopata, sociopata ou mau caráter mesmo. Aí sim, terás muitos problemas e causarás muitos também!
Tendo esta base é possível começar a rever seus conceitos e, em consequência, suas atitudes. Sempre iremos cometer erros, essa é a grande barganha da vida: erre para acertar, aprender. É num desses momentos de tristeza que nos possibilita enxergar com mais clareza a passionalidade e a racionalidade, ambas evidenciam-se constituídas numa base neutra para que você assuma seu posto de comandante e evidencie a si mesmo o que é espontaneidade em sua significância mais genuína. Construindo assim o caminho para autenticidade. E ao invés de choros e lamentações, reflexão, ação e reação. Modulando assim seu amadurecimento totalmente passional rente a ser um pouco mais racional, equilíbrio.
Sinta-se feliz por não entrar mais em desespero quando confrontar-se com sua realidade e a da diversidade. Preocupações sempre teremos, mas abra mão do desespero para obter a razão! Pois não tem aquele que consiga chegar à solução se apenas ver o bloqueio. Abra sua mente com a chave mestra: o auto reconhecimento coerente consigo e consequentemente com os demais. Sorria, se quiser!! Não há nada melhor que um sorriso espontâneo. Para ser feliz a prioridade não é sorrir, mas para sorrir é preciso estar feliz, pois por medo e desespero não vale!!
O sorriso só é contagiante quando é recíproco
Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Mão dupla
O amor é a alquimia dos sentimentos; é o ápice da construção das constituições neuronais, definidas por similaridades e peculiaridades passadas e presentes (e essa regra independe de sexo,idade, crédulo ou raça). Ele é personificado e destinado no demonstrar ou sentir. Ou ambos ao mesmo tempo. Sim, porque nem sempre quem demonstra, ama e nem sempre quem, ama demonstra.
E se o amor deixa burro ou deixa cego, como muitos creem ou querem crer, para manter uma pose boêmia ou poética, eu os pergunto: se o amor fosse cego, a paixão das nossas mães não nos sufocaria? Ou se amor é cego, e Deus para quem crê, é todo misericordioso e puro amor, como ele faria: construiria tudo que ele fez. Ele nos faria escravos como a paixão faz com tantos corações. Para mim, a paixão existe por dois propósitos: descobrir a si mesmo, combinar e definir, aprender o significado ao extremo do que é auto controle, e como o elixir do amor, para que a razão se sobressaia, e ai sim, o amor surja. Uma dose de loucura de um e a serenidade do outro se faz necessário. Os sentimentos momentâneos, com pólos diferentes, se atraem, complementam, como um tipo de magnetismo fluente. Se quem sente não luta contra ele, mas o absorve, assimila e compartilha. Equilíbrio, este terá sempre que ser reavaliado por ambos: marido e mulher, pais e filhos, irmãos e enteados, amigos e conhecidos para um momento, um dia, uma hora que será perceptivamente sentida, e por fim, reconhecida. Que a união de um para com o outro não é um simples acaso, uma coisa banal.
Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 21 de outubro de 2012
Associacionismo
O sabor da cereja deleita-se na saliva de quem deseja: se sujeitar ou mandar ser passivo ou ativo, mandar ou obedecer, ceder ou defender-se. A consequência destas ações e inúmeras interpretações dão margem a uma suposta sentença a passos largos até a teia que, para alguns, pode significar ou agir como algo que o liberta, e para outros, é algo que os aprisiona de alguma forma, seja ela física, mental, moral ou espiritual. Instalasse uma dependência por uma troca de fluídos, química, e em seguida, abstinência para um e o despedir do outro, como se nada ali não tivesse passado de uma utopia, que ao passar o efeito, tudo era defeito .
O indivíduo seduzido entrega-se por completo. A vulnerabilidade é indisfarçável. Doce sedução e a perigosa aceitação da situação faz com que consequentemente a linha tênue entre pensar e agir pareça estreitar-se cada vez mais. E em último lugar, estância deste ranking disputadíssimo de concepções, acepções e acessões, fica a razão solitária igualável com a mente de uma pessoa com Mal de Alzheimer. Pulsação acelerada, atrito, calor... Pensar não, sabor sim, agir sem pensar sim, consequência sentença, adrenalina sim, incendeia até a última ponta, e quando apaga, cabe a parceria de um para com o outro; o amor surgir, florescer e resguardar. Manter viva esta chama quase inexistente ao relacionar-se há tempos e que ela se perdure por mais tempo, uma vida. A paixão de se apaixonar por querer teu bem querer sempre querendo te querer, teu bem querer e tu o querendo ao anoitecer, ao amanhecer e ao entardecer: tato, afeto e cumplicidade. Esse fogo, essa química a que os atraiu inicia-se primeiramente com este exemplo, analogia da qual descreverei: Primeiro usa-se o isqueiro: fácil e prático para acender, para atiçar a vontade do quero mais; Que isto que sentimos nunca termine. Mas, isso não tem gás suficiente para uma vida! Depois o sereno apaziguamento, consequentemente o amadurecimento, e por último, mas não o fim, a serenidade. Esta terá que ser sempre conquistada. Como as pedras que são frias, separadas, mas que com o atrito se complementam o suficiente para que um elemento extraia e em harmonia converta-se em energia, proporcional, para atingir a completude de um momento e a eternidade na sabedoria por toda a história. Assim é o amor; para que aprendas a manter a chama, tens que reaprender a extrair tal elemento para que os aconchegue, aproxime. E assim, com essa descoberta, e o elemento extraído, a harmonia presente irá atingir a completude do momento, que irá se converter em energia e propagar-se por toda sua vida.
Associacionismo!!
Flávio Roberto Sobral Delgado
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