Como reclama da vida, passou toda sua vida a reclamar. Reclama, reclama, reclama. Até que no término da sua vida, parou e começou a se auto questionar, e durante este percurso, outro rumo ele resolveu dar, assim que começou a se auto questionar. Sem perceber que estava rumo ao encontro de si mesmo, para e ergue os braços sem saber a onde está. Até que a verdade, imutável, aparece, o contemplando em estado de êxtase com a imutabilidade de uma verdade, fato, que toda sua vida de reclamações passou num flash de um segundo. E quanto a sua certeza, reprisou milhares de vezes num flash de um minuto. Num outro percurso que iniciará uma vantagem ele já terá.
Interpretação do videoclipe, Rabbit in your headlight by UNKLE por Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Tapando o Sol com a peneira
Não tema por si e nem pelo que virá
Mas tema pela consciência daquilo que está fazendo, mesmo sabendo que está errado
O errado, e aparentemente interminável, não é o tempo, em que esta sendo notório, em tempos de dificuldades
E sim aplicar em seu tempo os fatos de outrora continuamente, já identificados como não condizentes com sua personalidade, e constituindo assim, na sua própria psique, a violação e conseqüentemente degradação do seu próprio ser
Seja conscientemente, decisivo no controle do seu ser
Tenha o controle de si mesmo
E se assim não for
Terminará por ser desapropriado
Perdendo o controle do seu ser
Pois é isso que acontece quando você vai de contra as suas próprias definições de ética, sabedoria e benevolência
Espiritualmente, mentalmente e físicamente.
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Vitória

Aprovo, reprovo,suporto
Suporto ser aprovado quando inativo ao reprovado
Quando não inativo ao reprovado
Não me faço de rogado
Pois luto com a credibilidade e confiança da qual resgatei em meu eu
Independente da aprovação ou reprovação de quaisquer que sejam as eventualidades e pessoas. A favor ou contra os fatos
Seja por uma deficiência auditiva,
Tetraplégica ou visual
Luto por um direito constitucional de ir e vir
Sem ter que me redimir por quem sou
Sem me alto invalidar,limitar
Para minha pessoa isso basta
Pois se assim eu agisse, quem haveria de conseguir me ajudar
Se assim eu não o quisesse!?
Mesmo que a nada eu competisse
A nado permaneceria a competir, comigo mesmo
Como pessoa, cidadão, pai, marido e filho
Pela busca da superação contínua na humanização do meu ser.
Flávio Roberto Sobral Delgado
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Concretização da democracia

Comunicativo, ativo sou
Sou um ativista
Sem sensacionalismos
Ativista na comunicativa social
Para um sucessivo socialismo na prática diária, contínua
Sociologicamente na emancipação do pensar
Para um racional amadurecimento e, conseqüentemente, obter uma lógica condizente, aplicável aos direitos de todos ao serem efetivados
Implantando igualdade na sociedade para todos, de uma forma mais ativa , incisiva
Com fins analíticos e não alienados, paliativos ao demasiado suicídio em escala trêmula da psique social
Para que não mais haja anistia
Mas sim igualdade socialista
Vamos tirar a democracia do papel e solidificá-la
Com pilares cada vez mais realistas, concretos, preto no branco
Inspirados nos grandes idealistas da nossa história.
Flávio Roberto Sobral Delgado
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ciclo contínuo da primavera

Tia Vera ama a primavera
Vera não vê a hora de se encontrar em déjà vu em períodos de primavera
Primavera sempre rejuvenesce os seus reflexivos semblantes ao deleitar-se numa aquarela cheia de vida igual a ela
Ela mais vida é igual a uma aquarela
Já dizia ela: uma vida sem primavera é igual uma tela sem aquarela.
Flávio Roberto Sobral Delgado
Vera não vê a hora de se encontrar em déjà vu em períodos de primavera
Primavera sempre rejuvenesce os seus reflexivos semblantes ao deleitar-se numa aquarela cheia de vida igual a ela
Ela mais vida é igual a uma aquarela
Já dizia ela: uma vida sem primavera é igual uma tela sem aquarela.
Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 29 de agosto de 2010
Cárcere privado
Caio calado com a boca perto do ralo
Ralo calado sem ruído de rato
Ralo o ombro sem identificar
Aonde as cravas incrustavam-se para um pretérito ombro ralado
Ombro ralado
Aonde ralei meu ombro que tanto incomoda?
Incômodo fiquei, quando calado permaneci, quando a dor que senti está aonde eu nuca me vi, chegar nem partir
Obsoleto me senti
Como um objeto me senti
De olhos vendados permaneci
Privado a luz, ao ar e a tudo que ninguém poderia me dar
Mas só eu mesmo
Vida, a minha vida
Da qual fui encarcerado, privado.
Flávio Roberto Sobral Delgado
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Manicômio

O sábio assobia
Sem saber que sabia assobiar
O sábio sopro do cantarolar
Cantarolo aqui e lá
Da mesma forma que faço em todo amanhecer que passo no meu lar
Não posso voar, mais imaginar ao cantarolar
Sem ceroulas e carolas meu passarinho fica solto no nebuloso gozo do tempo sem paredes, grades e sofrimentos
Pois sou um louco a solta numa floresta de pedras asfixiantes.
Flávio Roberto Sobral Delgado
O sábio sopro do cantarolar
Cantarolo aqui e lá
Da mesma forma que faço em todo amanhecer que passo no meu lar
Não posso voar, mais imaginar ao cantarolar
Sem ceroulas e carolas meu passarinho fica solto no nebuloso gozo do tempo sem paredes, grades e sofrimentos
Pois sou um louco a solta numa floresta de pedras asfixiantes.
Flávio Roberto Sobral Delgado
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