A felicidade está dentro de cada um de nós. Apenas a evidenciamos.Um bom exemplo disso é a paixão! Quando estamos apaixonados, como reagimos?? Tipo um bobo alegre? Não, não somos bobos, mas estamos alegres, felizes!!
E quando estamos assim só queremos esbanjar reações complementares com aquele momento, vivenciá-lo. Ficamos tão compenetrados que não vemos o tempo passar, talvez ai esteja a razão do por que sempre falarmos que quando há algo de bom num instante passa.
O contrário de quando estamos com problemas ou tristes, não gostaríamos de estar ali... Parece até que as horas não passam, né?? Mas, é nesses momentos que aprendemos a lidar com nós mesmos, de como e quando sentimos o que sentimos, olhar para as atribulações do dia a dia e perceber que a culpa não é apenas de um individuo, apenas da outra pessoa ou só sua, mas de todos os envolvidos. Na maioria dos casos quando a culpa é só sua geralmente foi por falta de iniciativa, orgulho ou algo que tenha passado por despercebido e da mesma forma com a outra pessoa. Fora essas três, só se você for: psicopata, sociopata ou mau caráter mesmo. Aí sim, terás muitos problemas e causarás muitos também!
Tendo esta base é possível começar a rever seus conceitos e, em consequência, suas atitudes. Sempre iremos cometer erros, essa é a grande barganha da vida: erre para acertar, aprender. É num desses momentos de tristeza que nos possibilita enxergar com mais clareza a passionalidade e a racionalidade, ambas evidenciam-se constituídas numa base neutra para que você assuma seu posto de comandante e evidencie a si mesmo o que é espontaneidade em sua significância mais genuína. Construindo assim o caminho para autenticidade. E ao invés de choros e lamentações, reflexão, ação e reação. Modulando assim seu amadurecimento totalmente passional rente a ser um pouco mais racional, equilíbrio.
Sinta-se feliz por não entrar mais em desespero quando confrontar-se com sua realidade e a da diversidade. Preocupações sempre teremos, mas abra mão do desespero para obter a razão! Pois não tem aquele que consiga chegar à solução se apenas ver o bloqueio. Abra sua mente com a chave mestra: o auto reconhecimento coerente consigo e consequentemente com os demais. Sorria, se quiser!! Não há nada melhor que um sorriso espontâneo. Para ser feliz a prioridade não é sorrir, mas para sorrir é preciso estar feliz, pois por medo e desespero não vale!!
O sorriso só é contagiante quando é recíproco
Flávio Roberto Sobral Delgado
sábado, 12 de janeiro de 2013
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Mão dupla
O amor é a alquimia dos sentimentos; é o ápice da construção das constituições neuronais, definidas por similaridades e peculiaridades passadas e presentes (e essa regra independe de sexo,idade, crédulo ou raça). Ele é personificado e destinado no demonstrar ou sentir. Ou ambos ao mesmo tempo. Sim, porque nem sempre quem demonstra, ama e nem sempre quem, ama demonstra.
E se o amor deixa burro ou deixa cego, como muitos creem ou querem crer, para manter uma pose boêmia ou poética, eu os pergunto: se o amor fosse cego, a paixão das nossas mães não nos sufocaria? Ou se amor é cego, e Deus para quem crê, é todo misericordioso e puro amor, como ele faria: construiria tudo que ele fez. Ele nos faria escravos como a paixão faz com tantos corações. Para mim, a paixão existe por dois propósitos: descobrir a si mesmo, combinar e definir, aprender o significado ao extremo do que é auto controle, e como o elixir do amor, para que a razão se sobressaia, e ai sim, o amor surja. Uma dose de loucura de um e a serenidade do outro se faz necessário. Os sentimentos momentâneos, com pólos diferentes, se atraem, complementam, como um tipo de magnetismo fluente. Se quem sente não luta contra ele, mas o absorve, assimila e compartilha. Equilíbrio, este terá sempre que ser reavaliado por ambos: marido e mulher, pais e filhos, irmãos e enteados, amigos e conhecidos para um momento, um dia, uma hora que será perceptivamente sentida, e por fim, reconhecida. Que a união de um para com o outro não é um simples acaso, uma coisa banal.
Flávio Roberto Sobral Delgado
domingo, 21 de outubro de 2012
Associacionismo
O sabor da cereja deleita-se na saliva de quem deseja: se sujeitar ou mandar ser passivo ou ativo, mandar ou obedecer, ceder ou defender-se. A consequência destas ações e inúmeras interpretações dão margem a uma suposta sentença a passos largos até a teia que, para alguns, pode significar ou agir como algo que o liberta, e para outros, é algo que os aprisiona de alguma forma, seja ela física, mental, moral ou espiritual. Instalasse uma dependência por uma troca de fluídos, química, e em seguida, abstinência para um e o despedir do outro, como se nada ali não tivesse passado de uma utopia, que ao passar o efeito, tudo era defeito .
O indivíduo seduzido entrega-se por completo. A vulnerabilidade é indisfarçável. Doce sedução e a perigosa aceitação da situação faz com que consequentemente a linha tênue entre pensar e agir pareça estreitar-se cada vez mais. E em último lugar, estância deste ranking disputadíssimo de concepções, acepções e acessões, fica a razão solitária igualável com a mente de uma pessoa com Mal de Alzheimer. Pulsação acelerada, atrito, calor... Pensar não, sabor sim, agir sem pensar sim, consequência sentença, adrenalina sim, incendeia até a última ponta, e quando apaga, cabe a parceria de um para com o outro; o amor surgir, florescer e resguardar. Manter viva esta chama quase inexistente ao relacionar-se há tempos e que ela se perdure por mais tempo, uma vida. A paixão de se apaixonar por querer teu bem querer sempre querendo te querer, teu bem querer e tu o querendo ao anoitecer, ao amanhecer e ao entardecer: tato, afeto e cumplicidade. Esse fogo, essa química a que os atraiu inicia-se primeiramente com este exemplo, analogia da qual descreverei: Primeiro usa-se o isqueiro: fácil e prático para acender, para atiçar a vontade do quero mais; Que isto que sentimos nunca termine. Mas, isso não tem gás suficiente para uma vida! Depois o sereno apaziguamento, consequentemente o amadurecimento, e por último, mas não o fim, a serenidade. Esta terá que ser sempre conquistada. Como as pedras que são frias, separadas, mas que com o atrito se complementam o suficiente para que um elemento extraia e em harmonia converta-se em energia, proporcional, para atingir a completude de um momento e a eternidade na sabedoria por toda a história. Assim é o amor; para que aprendas a manter a chama, tens que reaprender a extrair tal elemento para que os aconchegue, aproxime. E assim, com essa descoberta, e o elemento extraído, a harmonia presente irá atingir a completude do momento, que irá se converter em energia e propagar-se por toda sua vida.
Associacionismo!!
Flávio Roberto Sobral Delgado
sábado, 28 de julho de 2012
Razão e fé
Complexas são as sistemáticas das similaridades psíquicas dos relacionamentos em diversas e adversas situações que nos deixam em permanente estado de déjà vu, presos, entorpecidos , sem direção. Um porre de informações em situações parecidas, mas com peculiaridades quase não detectáveis para quem tenta deixar destrinchadas e acopladas, em um único pacote, quase levando à loucura a mente de um humano que está em busca constante para a auto humanização, consciente de que está no topo da escala para o benigno ou maligno, mas ainda não suficientemente evoluído, corresse atrás do auto controle, aperfeiçoamento. A alma personificasse em um estado de espírito harmonioso quando conquistada a razão para com uma situação desejada, que é perturbadora no começo, mas necessária para que mais um degrau possas alcançar e assim sucessivamente. O degrau neutro é aquele que fica entre os primeiros e os mais avançados, eu o considero o mais importante, pois é nesse que irás se estabelecer por um bom tempo, montar acampamento. Pois neste degrau é aonde verás as similaridades nos acontecimentos de outrora com os de agora. Com nitidez, irás observar as peculiaridades das quais antes não enxergavas, por uma única razão: a aflição que te cegava espiritualmente e que te acomodava consequentemente, deprimia-se ao ponto de não enxergares o dia seguinte como uma nova oportunidade, mais sempre com um contínuo martírio.
Ter fé racionalmente é possível?
Flávio Roberto Sobral Delgado
quarta-feira, 25 de julho de 2012
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