sábado, 17 de julho de 2010

Milk It (tradução) Nirvana Misture Isso


Sou meu próprio parasita
Não preciso de nada em que viver
Nos alimentamos um do outro
Podemos dividir nossas endorfinas

Filé de boneca, carne de teste

Veja!
O lado brilhante é o suicídio
Perdi minha vista, estou do seu lado
Asa esquerda de anjo, asa direita, asa quebrada
Falta de ferro e/ou de sono

Tenho meu próprio vírus de estimação
Eu chego a acariciá-lo e dei um nome a ele
Seu leite é minha merda
Minha merda é seu leite

Carne de teste, filé de boneca

Veja o lado bonito é o suicídio
Perdi minha vista, estou do seu lado
Asa esquerda de anjo, asa direita, asa quebrada
Falta de ferro e/ou de sono
Protetor de canil
ectoplasma
Ecto esqueleto
Aniversário de obituário
Seu cheiro ainda está aqui em meu lugar de recuperação

Atualize-se, seu retrógado



Competir é fundamentalmente importante para o auto amadurecimento. Mas nunca, nunca mesmo confunda amadurecimento com ejaculação precoce, ou pelos pubianos ou algo do gênero. Pois caso confunda, você corre o sério risco de chegar aos 70 anos e ter uma morte cerebral ao ser questionado por um menino de 7 anos a respeito do que é competir.



Flávio Roberto Sobral Delgado

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O dobro de um babaca é o senhor Babaca Com Dobradinha


Babaca com Dobradinha tocou fogo nas madeiras, e não dando- se por satisfeito, jogou o colchão. E com aquela espuminha, para um tratamento de choque contra sinusite. Contra sinusite eu não posso confirmar a sua autenticidade, mas devolvendo para um babaca com dobradinha com certeza faz efeito. Até de comer ele mesmo esquece, devido ao medo de passar do ponto e queimar o próprio rabo.




Flávio Roberto Sobral Degado

terça-feira, 13 de julho de 2010

O mundo imaginário do doutor Parnassus



Não permita que as sombras te cubram ao pensar. Não permita que as sombras lhe encubram. Não encubra suas atitudes com as sombras. Não encubra as sombras que lhe atormentam. Não atormente com as suas sombras os supersticiosos moribundos. A mentalização em prol de uma solução esclarecerá e clarificará a visualização de uma fechadura, que só há uma única chave e que apenas você tem. A imaginação em auto reflexo conduzida cientemente pela sua vontade do ver, saber e não mais temer, ao se auto conhecer. Não mais apostando e brincando inconseqüentemente com sua própria vida e conseqüentemente não mais com a vida alheia.

Flávio Roberto Sobral Delgado



Interpretação do filme:

A moral do filme é mostrar que o doutor Parnassus, assim como tantas pessoas, e ás vezes até psicólogos, consegue captar a psiquê, informações, sobre o mundo em particular, de quaisquer que sejam as pessoas e dar soluções cabíveis, e outras até equivocadas. Enquanto o próprio Parnassus não conseguem associar ou enxergar com clareza os seus próprios conflitos psicológicos e conseqüentemente solucioná-los. E então o doutor Parnassus mostra a cada uma delas os prós e os contras das suas próprias fantasias ao entrarem no espelho; ferramenta que supostamente equalizaria as pessoas em si mesmas. O espelho é apenas uma convicção ferrenha que cada pessoa adquiriu antes de adentrar no suposto espelho mágico, pois as pessoas chegam a este estado da mente através do poder da sugestão ou por hipnose. Na finalidade de mostrar sucessivamente o mundo de cada pessoa em si mesma, com as suas diferenças, peculiaridades e às vezes o que há em comum de um com outro. No propósito de que cada uma delas reflita e enxergue algo que os transformem em pessoas melhores. Pois este é o grande poder do doutor, que foi posto a prova quando o próprio foi atentado por Lúcifer ao fazer uma aposta! Aposta, essa era a fraqueza de Parnassus, ele era um apostador incorrigível e com isso fez o seguinte acordo: Parnassus teria X almas nas mãos para fazer com que elas superassem as suas próprias limitações. Caso ele não conseguisse, Lúcifer as mandaria para o inferno. E isso acontecendo acarretaria que Paranassus, pagasse a dívida com a perda dos seus poderes e o mais grave o amor da sua filha. Pois Lúcifer apagou da memória da filha de Parnassus a sua existência, os separando definitivamente um do outro.

Flávio Roberto Sobral Delgado

Virtudes autônomas


Não apenas aparente, seja aquilo que aparentas. Não viva apenas de aparências. Se algo conduem suas tas incomoda o próximo, reavalie seus conceitos de boa vizinhança e caso chegue a um resultado honestamente avaliado de não obstrução social, ou seja de você não ser mais um ser manipulável apenas continue sendo você. E dê continuidade na propagação dessa virtude tão oculta, e que de tão ocultada quando enxergada é incompreendida e apedrejada.

Flávio Roberto Sobral Delgado

Metamorfose de Narciso


Sou ágio, suculento e suíço. Mágico, forte e roliço, sou Narciso de Canta Galo De galo na canja eu não necessito. Não preciso de canja de galo! Pois não dou canja para galo. E se ousarem me desmentir, chamo a galera do galinheiro 174. Já sou galante, eu gozo, gozam para mim e me fazem gozar, gozar de rir. Sou uma obra de arte, até num esboço sinuoso autêntico mais incompatível em qualquer bolso, bolsa e caderninho. Canto e nunca falho, até com bafo de alho eu ainda me agrado e dou um agrado com um bom hálito para uma platéia incomparável a nível de entusiasmo. Os reflexos dos meus fãs nas latrinas com aparência bem apanhada, são provindas de resquícios da minha presença, que cristalizou a falta que faz a minha presença nas suas vidas falhas e desprovidas de beleza , glamour e vitalidade. As anatômicas adquiriram a tonicidade e as formas perfeita graças aos meus tornozelos, regências de andares inexpressíveis e imensuravelmente indagáveis, pois sou Narciso De Canta Galo aquele que vocês jamais verão cantar em cima de qualquer galho. Mas sempre nos maiores palcos, com ampla ampliação dos seus olhos para que eu me veja no auge da seção de gala. Faz parte do meu show, eu sou a personificação ambulante da esculturalidade do dedilhar de Leonardo da Vinci sobre a criação do divino e completa semelhança limitando-se ao estético do próprio criador. Porque eu devo me preocupar com a beleza alheia? Se a minha cobre todas as doses diarias de colirio, para renovação dos meus semblantes ao me auto observar. E quanto aos outros, desperto o desejo fornicativo de amor e paixão pela minha nobre persona!



Flávio Roberto Sobral Delgado

Reflexão


Às vezes estar vivo não é o suficiente. Precisamos sentir para crer, para crer que estamos vivos precisamos de um propósito, e não apenas por um estar insignificante de movimentos mecânicos de braços e pernas. Os primatas com o mínimo de informação para ingerir , assimilar e digerir em forma de conhecimento para que fosse aplicado na prática, foram astutos na brincadeira de um bater de pedras instintivamente sem nenhum propósito de se sentirem vivos... Mas inconscientemente para permanecerem vivos. E nós quando batemos uma pedra na outra, somos tachados de loucos, ridículos ou simplesmente entediados.
Mas porque não usar outras denominações ou razões para essa repentina sonoridade de um bater copioso de pedras? Talvez, transe, alfa, para atingir o nirvana ou simplesmente para invocar os elementos que passaram pela pedra ao longo dos anos aos quais ali ela resistiu. Ou o elemento chave que lhe compete ser extraído quando entram em atrito exteriorizando assim as chamas da sabedoria que o levará rente a descoberta das suas angustiantes indagações mostrando se assim as respostas que devam ser identificadas, em uma sábia visão dos acontecimentos atuais na sua vida. Nunca duvide dos meios para se obter uma boa reflexão e transformação sejam elas espirituais, mentais ou físicas. A diferença de nós nos sentirmos vivos ou não pode estar numa simples resposta e na forma que é interpretada.
E a outra forma é dando ênfase a um sentimento já existente, para a revigoração do mesmo e em toda sua totalidade, como por exemplo, o amor compartilhado do seu eu com sua mãe, esposa e filhos.

Flávio Roberto Sobral Delgado